quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Projeto: "Arte, linguagem e Educação


O projeto "Arte, Linguagem e Educação" idealizado pela professora Drª Verônica Reis foi um sucesso e a Biblioteca Clodomir Silva participa deste importante iniciativa.Confira matéria do site da prefeitura de Aracaju:

Foto Ascom

Biblioteca Clodomir Silva incentiva a leitura

A literatura também é um objeto de estudo acad êmico. Na última quarta-feira, 21, estudantes de Pedagogia da Universidade Federal de Sergipe (UFS) estiveram na Biblioteca Municipal Clodomir Silva, uma das unidades da Fundação Municipal de Cultura e Turismo (Funcaju), para uma oficina de contação de histórias. Intitulado 'Arte, Linguagem e Educação', o projeto tem a função de justamente formar novos contadores de histórias e auxiliar os futuros pedagogos.

Ministrado por Tarcísio Bruno, diretor da Biblioteca, e por Ivany Braz, coordenadora do setor infanto-juvenil e contadora de histórias da Clodomir Silva, a oficina foi muito produtiva e soube envolver os quase 40 estudantes presentes. Ivany falou um pouco de sua experiência como contadora, estimulando os estudantes. "Todos sabem e podem

contar histórias. A diferença está no modo como cada um se manifesta. O livro tem sua história, mas nenhum menciona exatamente a forma como um personagem deve agir ou falar. O interessante é inventar e criar novas formas de contar a mesma história", disse a contadora.

Além de fazer um pequeno apanhado histórico da Biblioteca, Tarcísio ainda falou da missão dos pedagogos de aproximar cada vez mais a criança do livro. Os oficineiros também mostraram um pouco das ferramentas que auxiliam o contador de histórias. Entre fantoches, máscaras e desenhos de paisagens, tudo é permitido para fazer a criança viajar no universo do conto e, consequentemente, estimular os pequenos espectadores a ler cada vez mais. Encerrando a oficina, Tarcísio e Ivany fizeram uma demonstração do que é a ‘Hora do Conto' (projeto de contação de histórias da biblioteca), encenando dois textos.

A estudante de pedagogia Polyana Lacerda Santos gostou bastante da primeira etapa do projeto. "Eu já conhecia a Clodomir Silva, mas é a primeira vez

que tenho um contato maior com a

Biblioteca. Essa oficina é algo muito novo para mim, pois não tenho experiência em contar histórias da forma como os oficineiros fizeram hoje. Acredito que é uma ferramenta muito importante, pois ela transporta a criança para outro universo e a faz acordar para as possibilidades que a literatura pode lhe trazer", explicou a estudante.

Projeto


A iniciativa da oficina veio da professora Dra. Verônica dos Re

is Mariano Souza, do Departamento de Educação da UFS, que levou o projeto à biblioteca. Segundo a professora, a ideia da oficina surgiu quando se constatou que os

estudantes do curso tiveram pouco contato com a leitura na infância e, por essa mesma causa, muitos deles não se tornaram leitores assíduos. "Tendo em vista que a principal função da escola é tornar o aluno um leitor e escritor, nós promovemos oficinas de leitura sem cobranças. A partir daí, vamos para a oficina de contação de histórias, mas primeiro vem todo um trabalho de sensibilização com a leitura", explicou.

A professora ainda disse que essa foi a primeira etapa do projeto. Os futuros pedagogos vão à Biblioteca e conhecem a estrutura, o acervo e os projetos. Após a visita, os estudantes voltam à universidade, onde farão um trabalho teórico e elaborarão novos subprojetos - os quais envolvem mais estilos literários - em cima daqueles que a Clodomir Silva já trabalha. Na última etapa, os estudantes retornam à biblioteca e apresentam o resultado final, com a contação de histórias toda elaborada por eles.

O projeto ‘Arte, Linguagem e Educação' é uma parceria com o Departamento de Educação da UFS, que já existe há quatro anos. Para o diretor Tarcísio Bruno, a iniciativa é muito importante. "A Biblioteca costuma trabalhar com crianças. Agora, ao trazer o público acadêmico para dentro da instituição, saímos do senso comum. Através desta oficina, esses universitários poderão sair daqui novos contadores de histórias, ajudando a difundir cada vez mais esse prazer pela leitura", finalizou.

Confira mais fotos do evento, clicando sobre o link Fotos na parte superior do Blog


Disponivél em:http://www.aracaju.se.gov.br/index.php?act=leitura&codigo=47543



segunda-feira, 19 de setembro de 2011

sábado, 3 de setembro de 2011

Sonetos

Na passagem do ilustrissimo autor Felisbelo Silva na Biblioteca Clodomir Silva, no mês de Julho, o autor escreveu dois sonetos:em homenagem a coordenadora de extensão e ação Cultural Maria José e Tarcisio Bruno (Diretor).Segue abaixo para conhecimento.


A DAMA NORDESTINA
FELISBELO DA SILVA
SALVADOR – BAHIA
Ela é toda beleza e fidalguia,
Honra de um povo nobre senhoril;
Firma-se na humildade a cada dia,
Funcionária deveras mui gentil.

É MARIA JOSÉ, a simpatia,
Com o seu doce sorriso juvenil;
De Sergipe é uma Flor de Alegria
Qual luminoso sol do mês de abril.

Alma simples, dinâmica, heroína,
A verdadeira Dama Nordestina,
Que soube conquistar a sua meta.

Deus esteja contigo, conterrânea
És símbolo da Mulher Sergipana,
E tens, por certo, a benção do poeta!

UM BRASILEIRO

FELISBELO DA SILVA

SALVADOR – BAHIA

Caráter e honradez, grande senhor!

Jovem, contudo, muito responsável,

Tem a voz do comando, e do amor.

Chefe amigo, querido, respeitável.


Como se já fosse o Governador,

Aspira sempre um progresso notável;

Entrementes é grande empreendedor

E o seu desempenho é algo admirável.


Digno representante do progresso

Faz da Biblioteca o seu universo

Altivo Diretor e companheiro.


No altruísmo firmou o seu brasão,

Toda nobreza tem no coração.

TARCÍSIO BRUNO, herói – um Brasileiro!



quarta-feira, 31 de agosto de 2011



'A Hora do Cordel' reinaugura cordelteca da Clodomir Silva

A literatura de cordel tem vencido muitas barreiras nos últimos anos para se estabelecer como uma leitura primordial na estante do sergipano. Muitas vitórias do cordel ocorreram graças as ações da Prefeitura Municipal de Aracaju (PMA), através da Fundação Municipal de Cultura e Turismo (Funcaju). Na noite da última terça-feira, 30, por exemplo, a Biblioteca Municipal Clodomir Silva realizou o projeto ‘A Hora do Cordel', uma noite de muitos versos, cantigas e ritmos nordestinos.

O evento comemorou a reinauguração da Cordelteca João Firmino Cabral, que agora conta com um espaço maior, no andar térreo da biblioteca. Além disso, com a criação de um mural de desenhos típicos e um acervo maior, a cordelteca também adquiriu mais identidade. "Já temos mais de 1000 livros de cordel, e alguns autores presentes aqui hoje afirmaram que estarão doando mais livros. A Funcaju também comprou 80 exemplares da obra de João Firmino, colaborando ainda mais com o crescimento desse espaço", explicou o diretor da Biblioteca, Tarcísio Bruno.

O cordelista João Firmino Cabral ficou emocionado ao ver o público presente lendo suas obras, justamente na cordelteca que leva o seu nome. Para o escritor, a literatura de cordel ajuda a contar a história: "Ela foi trazida para cá ainda na era colonial, mas foi o brasileiro e, sobretudo, o nordestino quem deu identidade para o cordel. Desde aquela época, os antigos cordelistas já faziam versos com Zumbi dos Palmares, Carlota Joaquina, Tiradentes, Lampião, Antônio Conselheiro, entre tantos outros personagens que entraram para a história do país. Hoje, alcançamos um pata

mar maior, pois os cordelistas exploram todo assunto que for atual", explica o autor.



Homenagem

Outro poeta sergipano, Chiquinho do Além Mar, também registrou sua presença no ‘A Hora do Cordel', recitando a homenagem que fez à Biblioteca Clodomir Silva, no aniversário de 50 anos da instituição.

Vários exemplares do folheto também foram distribuídos. "É preciso que sempre haja união entre nós, cordelistas, para que consigamos vencer os obstáculos e divulgar nosso trabalho. Aproveito para elogiar a bem-intencionada gestão de Waldoilson Leite, pois ele tem nos dado muita força e contribui muito para resgatar as raízes da nossa cultura", falou Chiquinho sobre o presidente da Funcaju.

A união entre os autores sergipanos que resgatam a cultura do estado também foi tópico abordado por Gigi, a presidente da Associação de Cordelistas de Sergipe (Ascorese), e por Gilmar Santana, um dos fundadores da cordelteca. "Conseguimos reunir 37 poetas que deram início a este espaço. Desde 2003, quando ele foi inaugurado, já podemos perceber que o cordel está mais popular, inspirando o surgimento de novos cordelistas e, consequentemente, de um público maior", disse Gilmar.

Privilégio

A noite também foi preenchida com os recitais de Zezé de Buquim, Daniel Ramos, Ronaldo Dórea, entre outros autores. Aos intervalos de cada recital, a banda Pilão de Pife também mostrou a presença musical da cultura nordestina, com seu arranjo de sopros e percussões.

O diretor Tarcísio Bruno agora planeja dar continuidade ao projeto ‘A Hora do Cordel', através de atividades variadas que envolvam a literatura de cordel. Essas ações acontecem na última quarta-feira de cada mês, na sede da Biblioteca. O resgate cultural que propicie mais conhecimento para a população, pelo menos uma vez ao mês, é mais um privilégio conquistado pelo aracajuano.

Fonte:http://www.aracaju.se.gov.br/index.php?act=leitura&codigo=47189

Lançamento do Projeto "A Hora do Cordel"

Na Cordelteca "João Firmino Cabral"os cordelistas: Chiquinho do Além Mar e João Firmino e Tarcisio Bruno (Diretor da Biblioteca).
Clik no link fotos e confira o evento !


O Lançamento do projeto "A Hora do Cordel" foi um sucesso,estiveram presentes diversos cordelistas, poetas, autores, usuários do Caps, a escola General Siqueira e comunidade em Geral.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Biblioteca Clodomir Silva promove ginástica laboral







A Biblioteca Municipal Clodomir Silva, uma das unidades da Fundação Municipal de Cultura e Turismo (Funcaju), tem promovido momentos de atividade física e relaxamento muscular nas manhãs e tardes das terças e quintas-feiras. O projeto, que leva a ginástica laboral ao espaço da instituição, tem como objetivo melhorar as condições de trabalho e qualidade de vida tanto dos funcionários quanto dos usuários que freqüentam a unidade.

Entre os benefícios desse tipo de ginástica, estão a melhora da postura, da circulação do sangue, da mobilidade e flexibilidade dos músculos e articulações. Os exercícios desenvolvidos utilizam, em geral, técnicas de alongamento, distribuídas pelas várias partes do corpo; dos membros, passando pelo tronco, à cabeça. Esse tipo de atividade auxilia, inclusive, na prevenção de Lesões por Esforços Repetitivos e Distúrbios Osteo-musculares Relacionados ao Trabalho (LER/DORT).

Segundo Cleber Pina, o educador físico responsável pela orientação da ginástica no turno da manhã, a ginástica laboral melhora as condições de trabalho até mesmo em função de questões psicológicas. "Os benefícios vão além das melhorias físicas. A mudança da rotina, o contato pessoal e a integração social contribuem também para a melhoria dos relacionamentos e da capacidade de concentração, que é importante tanto para os funcionários quanto para os usuários da biblioteca", afirma.

Qualidade de vida

O momento de ginástica dura em média de dez a 15 minutos. "Além dos exercícios de alongamento, eu reservo também um momento para educar os participantes quanto a importância de manter uma postura correta. Nós demonstramos de maneira bastante prática como as pessoas devem se sentar, por exemplo, e assim evitar futuras lesões na coluna e em outras partes do corpo", explica Cleber.

A agente administrativa Ivanilde Santos, funcionária da Clodomir Silva há seis anos, conta que desde que a ação foi iniciada ela tem sentido uma série de mudanças, as quais vem contribuindo positivamente para o seu rendimento. "Agora, mesmo antes de completar um mês da atividade, já ma sinto bem melhor. Depois que iniciei os exercícios aqui, na biblioteca, eu estou bem mais relaxada e até mais disposta para trabalhar no restante do dia. Eu realmente estava enferrujada", brinca Ivanilde.

O mecânico e estudante universitário Linivaldo Rocha, usuário assíduo da Biblioteca Municipal, também considerou a iniciativa bastante positiva. "Além de trabalhar e estudar engenharia química, eu também estou me preparando para um novo vestibular. Por isso, venho quase diariamente à biblioteca, que é um espaço onde eu posso me concentrar melhor. Parar os estudos para realizar os exercícios é muito bom, ajuda a relaxar o corpo e a mente da rotina pesada. São dez ou quinze minutos que melhoram bastante o nosso aproveitamento no decorrer do dia", relata Linivaldo.

Fonte:http://www.aracaju.se.gov.br/index.php?act=leitura&codigo=47099#